Olá, meus amigos!!
Há quanto tempo, hein...? Hehe.
Bom, a questão é justamente essa: O TEMPO!
Well, chega de falação e vamos ao que interessa.
Acabei de fazer a atualização na seção do REINO DOS MORTOS, incluindo os perfis do auxiliar do juiz Minos de Grifo, o norueguês Rune de Balron, e do músico predileto do deus Hades até a chegada do Santo de Prata Orfeu de Lira, o egípcio Faraó de Esfinge.
Como sempre, procurei buscar as curiosidades mais escondidas, as lendas mais interessantes e as relações mais inusitadas, mas presentes, entre os personagens e os seus locais de nascimento, data de aniversário e outros.
Um grande abraço e aguardo comentários!
4 comentários:
Ótima atualização. Perfis de dois dos espectros mais interessantes culturalmente.
A inspiração da Soprepeliz de Esfinge e a presença da harpa como instrumento no Egito são novidades para mim.
Quanto a Rune, achei interessante você também ter percebecido a relação entre as voltas do chicote do espectro com as mesmas voltas da cauda de Minos. Quando li a Divina Comédia (já conhecendo a saga de Hades), fiz esta analogia, assim como com o Vale da Ventania Negra e a chuva com que Shun e Seiya se deparam ao chegar na segunda prisão, além de outros detalhes quase imperceptíveis.
Percebi que outras referências (além dos círculos/prisões) à obra de Dante foram utilizadas por Kurumada. Genial.
Abraço.
Olá, Sérgio. Como vai?
Cara, esses dois estão, claro, entre os Espectros mais interessantes e queridos de CdZ, já que foram os dois primeiros guardiões do Inferno a aparecerem, fora que são pra lá de poderosos.
Sobre os aspectos do Inferno em si (o vale da ventania e da chuva fria e fétida, os círculos/girões [que em CdZ chamam de prisões], entre outros), preferi deixá-los de fora, já que não estão diretamente ligados ao histórico dos personagens.
Talvez eu faça algum artigo especial sobre a geografia do Inferno confrontando CdZ com a obra de Dante Alighieri, mas isso estou protelando por que é um trabalho de titã.
Um grande abraço, fera, e até a próxima.
Muito bom.
Já li em outro lugar (se não me engano no site do Allan), que Balron seria uma adaptação do nome original, pois Balrog seria parte dos direitos registrados da obra de Tolkien...o que faz sentido, já que O Senhor dos Anéis só será de domínio público em 2049 (não sei se Balrogs aparecem em outro livro de Tolkien...). Então se onde surgiu essa variação "Balron"?
Eu não conhecia as diferenças entre a esfinge egípcia e a grega, muito legal saber disso e da origem etmológica da palavra "faráo". Acho que seria legal você acrescentar sobre a deusa egípcia Maat e sua "técnica" de julgamento do coração.
Abraços.
Tudo bom, Reinaldo??
Olha, sobre essa coisa toda dos Balrons/Balrogs eu não entendo nada sobre direitos autorais, mas não nos esqueçamos que o game/mangá/anime Street Fighter tem um personagem chamado Balrog, fora que já vi esse nome em algumas outras obras também.
Quanto a Maat e o julgamento do coração do morto entre os egípcios, talvez eu faça apenas uma rápida explicação.
Eu não achei que seria necessária, já que passo um pouco por alto no assunto, mas verei como posso incrementar isso.
Valeu e grande abraço!
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